Analisamos a plataforma MXC (também conhecida como “Mochá”) desde sua origem, mecanismo de token e experiência do usuário, oferecendo uma visão completa de sua estrutura de taxas e vantagens competitivas. Nos capítulos subsequentes detalharemos os custos de diferentes tipos de negociação, tornando a leitura indispensável. Também avaliaremos as medidas de segurança e o modelo de governança da comunidade, proporcionando um panorama mais abrangente para sua decisão.
O que é a Mochá Exchange?
A Mochá Exchange (nome em inglês MXC) foi criada em abril de 2018 por equipes quantitativas experientes de Wall Street, Japão e Europa, em conjunto com veteranos da indústria de blockchain, adotando um modelo descentralizado e auto‑organizado. Sua sede está localizada nas Ilhas Seicheles. O objetivo da plataforma é oferecer aos usuários um serviço de circulação de ativos digitais mais seguro, prático e inteligente, agregando ativos de alta qualidade de diversas cadeias e incorporando tecnologias avançadas de segurança, com a meta de se tornar uma referência internacional de primeira linha no mercado de criptoativos.
O token nativo MX (MXC) desempenha múltiplas funções no ecossistema: 60 % das taxas pagas na plataforma são redistribuídas como dividendos aos detentores de MX, enquanto os 40 % restantes são utilizados para recompra e queima do token até que a oferta total seja reduzida para 100 milhões de unidades. O fornecimento total inicial foi de 1 bilhão de MX, e até abril de 2020 já haviam sido recomprados e queimados 40 milhões de tokens, resultando em um suprimento circulante aproximado de 270 milhões. Os detentores também têm direito a voto em decisões da comunidade, eleições de equipe e outras ações de governança, configurando uma comunidade autônoma centrada nos participantes.
Como funciona a Mochá Exchange?
Registrada em Cingapura como plataforma de negociação de criptoativos, a Mochá Exchange oferece uma ampla variedade de pares de moedas, sendo especialmente vantajosa para usuários que operam em múltiplos mercados. As taxas cobradas são fixas em 0,20 % por operação, um valor ligeiramente inferior à média global do setor (cerca de 0,25 %), conferindo à plataforma uma vantagem competitiva em termos de custo.
Métodos de pagamento e KYC (localização para o Brasil)
- Pagamentos: PIX (instantâneo 24 h), TED e transferências em BRL.
- Identificação (KYC): CPF + RG ou CNH.
Qual o custo das taxas na Mochá MXC Exchange?
Na estrutura de tarifas da Mochá MXC Exchange, as negociações à vista (spot, ou “coin‑to‑coin”) têm taxa de 0,2 %, enquanto as negociações de contratos futuros variam entre 0,03 % e 0,075 %. Até o momento, a plataforma não disponibiliza informações sobre taxas para empréstimos alavancados ou negociações com moedas fiduciárias.

Conclusão
A Mochá MXC Exchange demonstra competitividade em termos de variedade de ativos, níveis de taxa e modelo de governança comunitária. Para acompanhar as novidades da plataforma ou aprofundar-se em detalhes específicos, recomendamos seguir as próximas publicações da Bitaigen (Bitagên).
Observação fiscal: Caso obtenha ganhos superiores a R$ 35.000 por mês com operações em criptoativos, é necessário declarar à Receita Federal, com alíquotas que variam entre 15 % e 22,5 %.
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