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Rede Pi: O que é, quando lançou e as melhores carteiras em 2026

Rede Pi: O que é, quando lançou e as melhores carteiras em 2026

Bitaigen Research Bitaigen Research 22 min de leitura

A rede Pi, blockchain de camada 1 lançada em 2025, permite mineração de criptomoedas pelo smartphone. Descubra sua história, como funciona e as carteiras mais seguras para guardar seus Pi.

O que é a rede Pi (PI)? Quando foi lançada? Quais são as melhores carteiras da rede Pi? Lista completa

A rede Pi é uma blockchain de camada 1 que, desde meados de 2025, já atraiu mais de 60 milhões de pioneiros. O conceito central da cadeia é permitir que usuários comuns façam mineração de criptomoedas diretamente em seus smartphones, sem a necessidade de hardware caro. À medida que a comunidade cresce, a demanda por carteiras seguras, confiáveis e compatíveis com o token PI também aumenta. Escolher a carteira adequada está diretamente ligado à segurança dos seus tokens, à praticidade nas transações e ao controle das chaves privadas.

Neste artigo organizamos de forma sistemática os conceitos essenciais da rede Pi, sua data de lançamento e as principais carteiras disponíveis no ecossistema, ajudando você a identificar rapidamente qual delas melhor atende às suas necessidades de segurança e usabilidade. Nas seções seguintes, analisaremos detalhadamente as diferenças de funcionalidades entre as carteiras, um conteúdo que vale a leitura para orientar a gestão dos seus ativos.

Quais são as principais funcionalidades da rede Pi?

Quais são as principais funcionalidades da rede Pi?

A rede Pi tem como objetivo oferecer uma experiência amigável de uso de criptomoedas em dispositivos móveis. Os usuários podem minerar diretamente no celular, enquanto a segurança da rede se baseia em círculos de confiança formados por usuários reais que passaram por verificação KYC (identificação com CPF + RG/CNH). A plataforma inclui o Pi Browser para acessar aplicações descentralizadas (dApps) e disponibiliza ferramentas para desenvolvedores criarem e testarem novos projetos. O marketplace interno permite a negociação de bens, serviços e ativos digitais; a funcionalidade de staking permite que os detentores bloqueiem tokens para proteger a rede e receber recompensas adicionais. Como um todo, esse conjunto forma um ecossistema digital que vai além de um simples token, preparado para cenários reais, governança descentralizada e transição para a mainnet.

O que é o token PI?

Pi (PI) é o token nativo da rede Pi, concebido para que qualquer pessoa possa participar da mineração de criptomoedas usando apenas o celular. O token foi lançado em 20 de fevereiro de 2025, juntamente com a ativação oficial da mainnet, e passou a oferecer recursos de transferência, negociação e uso. Atualmente, ainda está em um ecossistema fechado, sem liberação total para transferências externas, mas a abertura da mainnet permitirá circulação completa na cadeia.

O suprimento máximo de PI é de 100 bilhões de unidades, distribuídas da seguinte forma:

  • 65 % (65 bilhões) destinados a recompensas de mineração para a comunidade
  • 10 % (10 bilhões) reservados para a Fundação Pi e reservas do ecossistema
  • 5 % (5 bilhões) destinados ao suporte de liquidez
  • 20 % (20 bilhões) alocados à equipe central

Essa proporção pode ser ajustada dinamicamente conforme os pioneiros migram para a mainnet, garantindo equilíbrio entre recompensas, reservas da fundação, liquidez e incentivos à equipe. Para o usuário, PI não é apenas a recompensa pela mineração; ele pode ser usado em staking, negociado no mercado Pi e interagir com dApps. À medida que o ecossistema se expande, os casos de uso tendem a se multiplicar.

Quando a rede Pi foi lançada?

O que é a rede Pi (PI) e quando foi lançada?

A rede Pi foi fundada pelos doutores Nicolas Kokkalis e Chengdiao Fan, ambos graduados pela Universidade de Stanford, em 14 de março de 2019. O objetivo era criar uma forma mais inclusiva de participação em criptomoedas. Desde o início, o projeto evitou os modelos tradicionais de mineração de alta energia, permitindo que usuários obtenham PI diretamente em seus dispositivos móveis. Hoje, a plataforma evoluiu para um ecossistema global com dezenas de milhões de mineradores ativos. Embora ainda esteja em desenvolvimento, uma grande parte da comunidade já está se preparando para a migração para a mainnet, o que exigirá soluções de armazenamento compatíveis.

Quais são as melhores carteiras para a rede Pi?

A seguir, listamos as carteiras mais populares que já dão suporte ou que suportarão o token PI após a abertura completa da mainnet, indicando o perfil de usuário ideal para cada uma.

1. Carteira oficial da rede Pi

Carteira oficial da rede Pi

Fonte: rede Pi

A carteira oficial está integrada ao Pi Browser e é uma carteira não custodial desenvolvida especificamente para o ecossistema Pi. Cada usuário recebe, na primeira utilização, uma frase de recuperação (seed phrase) que garante total propriedade dos ativos. Desde o seu lançamento, mais de 50 milhões de pioneiros adotaram a carteira, que é a única capaz de suportar todas as funcionalidades do Pi (transações, staking, marketplace e interação com dApps). Em termos de segurança, utiliza criptografia AES‑256, reconhecimento biométrico (impressão digital ou facial) e backup criptografado. Recomenda‑se configurar a carteira antes da migração para a mainnet, assegurando que os ganhos de mineração sejam transferidos sem problemas.

Carteira oficial da rede Pi – imagem 2

Fonte: Reddit

2. Carteira de hardware Ledger

Carteira Ledger

Fonte: Ledger

A Ledger é reconhecida por armazenar chaves privadas offline e oferecer segurança de nível hardware, contando com mais de 4 milhões de usuários ao redor do mundo. Seu chip Secure Element (SE) e o sistema operacional proprietário BOLOS isolam as chaves, protegendo contra malware e ataques de phishing. Quando a mainnet Pi for lançada, os usuários poderão adicionar a rede PI manualmente via recurso de rede personalizada, possibilitando armazenamento a frio e retenção de longo prazo. Pela compatibilidade com milhares de criptoativos, a Ledger é a escolha preferida de quem busca o mais alto nível de segurança.

3. Trust Wallet

Trust Wallet

Fonte: Trust Wallet

A Trust Wallet destaca‑se por ser leve e multichain, ideal para quem deseja começar rapidamente e manter total controle das chaves privadas. Após ativar a opção de rede personalizada, será possível conectar o token PI assim que a mainnet for lançada. A carteira inclui funcionalidades de staking, navegador Web3 e interface de transferência simplificada, tornando o envio e recebimento de ativos intuitivo. Seu equilíbrio entre usabilidade e flexibilidade a torna uma das opções mais populares entre os usuários de Pi.

4. Atomic Wallet

Atomic Wallet

Fonte: Atomic Wallet

Atomic Wallet é uma solução não custodial multiplataforma com mais de 5 milhões de usuários. As chaves privadas são armazenadas localmente com criptografia AES‑256 e o usuário é responsável pelo backup. Suporta centenas de tokens e permite a criação de redes customizadas, facilitando a inclusão do PI após a abertura da mainnet. Recursos internos como atomic swaps, staking e monitoramento de portfólio oferecem uma solução completa para quem precisa de privacidade e controle em vários dispositivos.

5. MetaMask

MetaMask

Fonte: MetaMask

MetaMask é a extensão de navegador e carteira móvel Web3 mais popular, com mais de 30 milhões de usuários ativos mensais. Embora tenha sido criada inicialmente para Ethereum, a adição de redes RPC personalizadas permite que o token PI seja inserido manualmente após o lançamento da mainnet. A combinação de interface amigável, criptografia de senha, autenticação biométrica e integração com carteiras de hardware oferece conveniência e segurança. Devido ao entusiasmo da comunidade em relação a possíveis airdrops e atividades on‑chain, muitos usuários preferem manter o MetaMask como carteira principal para aproveitar eventuais recompensas.

6. Carteira SafePal

Carteira SafePal

Fonte: SafePal

A SafePal disponibiliza versões de hardware e software, acumulando mais de 3 milhões de usuários. O dispositivo de hardware utiliza assinatura por QR code com gap, chip seguro isolado e mecanismo de autodestruição, garantindo que as chaves privadas fiquem protegidas contra ataques físicos e de software. A carteira software é não custodial, suporta milhares de ativos e permite redes customizadas, estando pronta para gerenciar PI assim que a mainnet for oficializada. Funções de staking, gerenciamento de portfólio e acesso a dApps equilibram segurança e praticidade, sendo indicada para quem pretende manter os tokens a longo prazo.

Qual carteira você deve escolher para os seus tokens PI?

Qual carteira escolher para seus tokens PI e por quê?

A decisão final deve levar em conta suas necessidades pessoais: se a prioridade for a segurança máxima e a intenção de guarda de longo prazo, as soluções de hardware da Ledger ou SafePal oferecem proteção offline das chaves; se a flexibilidade e o uso frequente de staking, marketplace e dApps forem mais importantes, MetaMask, Atomic Wallet ou Trust Wallet são opções mais adequadas. Para iniciantes ou para quem deseja interagir exclusivamente com o ecossistema nativo da Pi, a carteira oficial da Pi é indispensável, pois é a única que garante compatibilidade total com todas as funcionalidades, migração para a mainnet e integração com o sistema KYC (verificação de identidade com CPF + RG/CNH). Avaliando segurança, conveniência e grau de integração ao ecossistema, você poderá proteger seus ativos e participar ativamente do crescimento da comunidade Pi.

Conclusão

Os usuários da rede Pi devem priorizar carteiras que ofereçam segurança dos ativos, controle total das chaves privadas e compatibilidade com a futura mainnet. Soluções de hardware como a Ledger atendem a requisitos de segurança extrema; carteiras móveis como Trust Wallet e SafePal destacam‑se pela praticidade, enquanto a carteira oficial da Pi permanece como a ferramenta principal para interação direta com a plataforma. Configurar antecipadamente a carteira adequada facilitará a gestão segura, a preservação e o uso eficiente dos tokens à medida que o ecossistema Pi evolui.

Aviso de risco: embora as carteiras Pi sejam descentralizadas, a responsabilidade pela guarda das chaves privadas recai integralmente sobre o usuário. Verifique sempre os canais oficiais e fique atento a tentativas de phishing e golpes, especialmente nas fases iniciais de expansão da mainnet.

Esta foi a apresentação completa sobre “O que é a rede Pi (PI)? Quando foi lançada? Quais são as melhores carteiras da rede Pi? Lista completa”. Para mais conteúdos sobre as melhores carteiras da rede Pi, procure artigos anteriores no Bitaigen (比特根) ou continue navegando pelos artigos relacionados abaixo. Esperamos que você continue apoiando o Bitaigen (比特根)!

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A equipe editorial do Bitaigen cobre notícias blockchain, análise de mercado e tutoriais de exchanges.

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