Analisamos a recente queda do Bitcoin a partir de três dimensões: macroeconomia, tendências de políticas e dados on‑chain. O texto revelará mudanças nas posições institucionais, fluxos de fundos de ETFs e sinais sutis de indicadores técnicos, ajudando o leitor a identificar possíveis níveis de suporte e pontos de ruptura, vale a leitura.
O ambiente macroeconômico continua sendo o principal motor por trás das recentes oscilações de preço do Bitcoin. As recentes políticas tarifárias dos EUA, o ajuste da estrutura do comércio global e o aumento contínuo dos riscos geopolíticos têm reduzido a preferência de risco dos investidores em ativos digitais.

Ao mesmo tempo, algumas instituições que detêm grandes quantidades de Bitcoin ainda enfrentam perdas não realizadas significativas, intensificando ainda mais o sentimento cauteloso do mercado. Contudo, recentemente mais de 400 mil BTC foram readquiridos na faixa de 60 mil a 70 mil dólares (R$ 330 mil a R$ 385 mil), indicando que há atividade de compra em baixa durante a correção.
A dificuldade de mineração, que havia caído drasticamente, voltou a subir, o que historicamente costuma ser visto como um sinal de que o ciclo de venda está se aproximando do fim. O Índice de Força Relativa (RSI) ainda está abaixo do limiar de alta, mas já recuperou levemente da zona de sobrevenda, sugerindo que o mercado pode estar estabilizando ao invés de apresentar uma reversão clara. Se o nível crítico de 60 000 dólares (R$ 330 000) for mantido, há espaço para alta futuro; se for rompido, a faixa intermediária de 50 000 dólares (R$ 275 000), próxima ao preço médio de compra on‑chain, pode atuar como suporte mais robusto.
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Os ETFs de Bitcoin à vista nos EUA registraram saída líquida por cinco semanas consecutivas, e os produtos ETP de cripto global acumularam saída de aproximadamente 40 bilhões de dólares (R$ 220 bilhões). Desde o pico de outubro do ano passado, a quantidade de Bitcoin nos ETFs americanos caiu cerca de 100 mil unidades.

Os dados on‑chain mostram que o mercado apresenta uma estrutura defensiva: o número de endereços ativos caiu abaixo da média, a capitalização de mercado realizada continua a encolher e as perdas não realizadas dominam. O volume de negociação à vista diminuiu significativamente, e o mercado de derivativos também apresenta queda contínua no número de contratos em aberto nos últimos 90 dias, indicando redução no uso de alavancagem e no sentimento especulativo. Analistas apontam que, embora a pressão de venda tenha diminuído, a fraqueza na participação ainda permite que o preço continue a cair na ausência de compras novas significativas.
A pressão de venda do Bitcoin está se intensificando com a saída de capitais. Analistas acreditam que o Bitcoin completou a fase de acumulação e está entrando em um novo ciclo de baixa. No dia 24 de fevereiro, o preço chegou a cair abaixo de 62 900 dólares (R$ 345 950) e depois subiu para cerca de 66 000 dólares (R$ 363 000), formando um breve rebote que refletiu o sentimento de busca por segurança no mercado.

Os compradores estão atualmente concentrados no suporte crítico de 60 000 dólares (R$ 330 000); se esse nível for quebrado, o preço pode cair ainda mais para a faixa entre 53 000 e 55 000 dólares (R$ 291 500 a R$ 302 500). O ambiente de negociação está extremamente tenso, com fundos continuamente saindo de produtos de investimento relacionados ao Bitcoin, aumentando ainda mais a pressão de venda.

O Bitcoin chegou a romper brevemente a marca de 63 000 dólares (R$ 346 500); analistas alertam que, com a aceleração da saída de fundos, o mercado pode desencadear liquidações em larga escala.
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Esta análise do preço do Bitcoin (BTC) termina aqui. Se quiser saber mais previsões de preço do Bitcoin, procure pelos artigos anteriores da Bitaigen (Bitagên) ou continue lendo o conteúdo relacionado abaixo. Agradecemos o acompanhamento contínuo e o apoio à Bitaigen (Bitagên)!
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