Neste artigo analisamos em profundidade um caso raro de roubo de Bitcoin causado por uma vulnerabilidade de custódia, rastreando como a polícia localizou rapidamente e conseguiu recuperar os ativos furtados, e posteriormente utilizou uma estratégia de venda em lotes para evitar a volatilidade do mercado. Os detalhes e lições valem atenção, continue lendo.

Revisão do Evento
Em agosto de 2025, um ataque de phishing durante o processo de transferência de direitos de custódia resultou no roubo de aproximadamente 320,88 BTC. Posteriormente, a promotoria utilizou técnicas forenses para rastrear os Bitcoins roubados até a carteira de um hacker e, em 17 de fevereiro, com a cooperação de exchanges nacionais e internacionais, congelou os endereços envolvidos, devolvendo os fundos para uma cold wallet controlada pelo governo.
Processo de Recuperação
Em 19 de fevereiro, o Ministério Público de Gwangju anunciou que, após a pressão que obrigou o hacker a devolver os ativos, os 320,88 BTC foram transferidos com segurança para uma carteira oficial sob supervisão governamental. Essa medida preparou o terreno para a posterior liquidação e evitou flutuações anômalas no mercado de Bitcoin.
Venda em Lotes
Para impedir que uma venda massiva impactasse o preço, a promotoria decidiu distribuir a comercialização dos Bitcoins recuperados ao longo de 11 dias, de 24 de fevereiro a 6 de março. O Ministério Público de Gwangju informou que, ao preço de mercado da época (cerca de US$70.559 por BTC, ≈ R$388.000), foram vendidos os 320,8 BTC, totalizando US$21,5 milhões ≈ R$118,3 milhões, que foram repassados ao tesouro nacional. *Lembre‑se de que ganhos acima de R$35.000 por mês são tributáveis (alíquota de 15 % a 22,5 %) e devem ser declarados à Receita Federal.*

Origem do Caso
Os Bitcoins recuperados foram inicialmente apreendidos de um suspeito que operava um site de jogos de azar ilegal. Entre 2018 e 2021, o site movimentou cerca de 3900 억 KRW (aproximadamente US$2,85 bilhões, ≈ R$15,7 bilhões), tornando‑se alvo prioritário das investigações da promotoria.
Novas Tendências Legais
Paralelamente, os tribunais sul‑coreanos estão reavaliando casos de reestruturação de dívida envolvendo cripto‑ativos. Conforme reportagem da EToday, os novos tribunais de falência criados em Daejeon, Daegu e Gwangju estão elaborando diretrizes que tratam perdas em ações e criptomoedas como perdas de ativos comuns, e não como dívidas puramente especulativas. Essa mudança pode aliviar a pressão de pagamento sobre indivíduos em processos de reorganização de dívida.
Conclusão
A combinação de rastreamento técnico e cooperação interinstitucional possibilitou a recuperação e liquidação de quase 321 BTC, demonstrando a capacidade das autoridades sul‑coreanas em proteger ativos digitais. Para acompanhar mais detalhes sobre a venda de Bitcoin na Coreia do Sul, fique atento às próximas reportagens da Bitaigen (Bitagên).
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