
Com os fluxos de capital dos fundos negociados em bolsa de Bitcoin (ETF) passando a ser positivos, essa medida segue a recente submissão de pedidos de fundos de Bitcoin e Solana ao Securities and Exchange Commission (SEC) por vários bancos de Wall Street.
O gigante de serviços financeiros Morgan Stanley revelou, em documentos enviados ao SEC, que selecionou a empresa global de serviços financeiros BNY Mellon (Banco da Nova York Mellon) e a exchange de criptoativos Coinbase como custodiante de seu ETF de trust de Bitcoin.
De acordo com o arquivo do SEC relativo ao trust de Bitcoin da Morgan Stanley, o custodiante armazenará os bitcoins detidos pelo fundo (cerca de 72.626 moedas) em cold storage, ou seja, em um método offline que protege as chaves privadas; parte dos BTC poderá ser transferida para uma hot wallet conectada à internet, utilizada para a criação e resgate de cotas do fundo. O documento afirma:
“O custodiante de Bitcoin está registrado como banco do estado de Nova York (BNY) e como companhia de trust de responsabilidade limitada de Nova York (custodiante da Coinbase). O custodiante de Bitcoin fornece serviços de custódia e execução de transações para ativos digitais.”

Registro S‑1 da Morgan Stanley para seu trust de Bitcoin. Fonte: SEC
A Morgan Stanley já apresentou ao SEC pedidos de ETFs à vista de Bitcoin e Solana.
Esse ETF reflete a crescente adoção institucional de criptoativos, mesmo em um cenário de queda geral do mercado, no qual o preço do Bitcoin recuou cerca de 42 % desde o pico histórico de aproximadamente 12,6 mil dólares (≈ 693 mil reais). Recentemente, os fluxos de capital do BTF ETF inverteram tendência; na terça‑feira, o ETF à vista de Bitcoin da BlackRock recebeu 322 milhões de dólares (≈ 1,771 bilhões de reais) de entrada, compensando saídas de fundos concorrentes como Fidelity e Grayscale.
O fluxo i‑n fez com que o total de entradas nesta semana chegasse a 683,3 milhões de dólares (≈ 3,758 bilhões de reais), marcando o primeiro aumento semanal positivo desde a semana anterior, que registrou 787,3 milhões de dólares (≈ 4,330 bilhões de reais) de entrada.
Partindo dos documentos mais recentes da Morgan Stanley, analisamos por que a Coinbase e a BNY Mellon foram escolhidas como custodiante do ETF de Bitcoin, detalhamos o funcionamento das carteiras frias e quentes e avaliamos o potencial impacto na liquidez do mercado. Conheça a estratégia de compliance dessas instituições e fique por dentro das novidades do setor — continue lendo para a análise completa.
O ETF trará influência para o negócio cripto da Morgan Stanley, mesmo não sendo um “hit” explosivo
O consultor da gestora de ativos BitWise, Jeff Park, afirma que, cerca de dois anos após a primeira aparição de um ETF de Bitcoin nos Estados Unidos, esse novo fundo ajudará a Morgan Stanley a consolidar sua presença no espaço cripto. Mesmo que seu tamanho não alcance o de gigantes como o iShares Bitcoin Trust da BlackRock, ele ainda pode gerar efeitos positivos para a companhia.
Na teleconferência de resultados do quarto trimestre de 2025, realizada em janeiro, o presidente e CEO Ted Pick revelou aos analistas que os bancos de Wall Street “estão atualmente bem posicionados no segmento de cripto e ativos tokenizados”, acrescentando que “ainda temos muito trabalho a fazer nessa área”.
Ele destacou: “Isso indica que o tamanho do mercado pode até superar as expectativas dos profissionais de cripto, especialmente ao atrair novos clientes.”
Lembre‑se de que ganhos acima de R$ 35.000 por mês devem ser declarados à Receita Federal, com tributação entre 15 % e 22,5 %.
Estas são as informações detalhadas sobre a escolha da Coinbase e da BNY Mellon como custodiante do ETF de Bitcoin (BTC) pela Morgan Stanley. Para mais novidades, acompanhe os próximos relatos da Bitaigen (比特根).
💡 Cadastre-se na Binance com o código B2345 para o desconto máximo em taxas. Veja guia completo Binance.
⚠️ Aviso de risco: Os preços das criptomoedas são muito voláteis. Isso não é aconselhamento de investimento.