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Stablecoins ilegais atingem $1,410 bi em 2025, diz TRM Labs

Bitaigen Research Bitaigen Research 3 min de leitura

Relatório da TRM Labs revela que, em 2025, atividades ilícitas movimentaram US$ 1,410 bilhões via stablecoins, estabelecendo recorde de cinco anos e destacando riscos regulatórios.

TRM Labs indica: em 2025, atividade de stablecoins ilegais atinge recorde de cinco anos, totalizando 1410 bilhões de dólares

Aumento exponencial do volume de stablecoins em atividades ilícitas

O relatório mais recente da TRU Labs (TRM Labs) mostra que, em 2025, entidades ilegais movimentaram cerca de 1410 bilhões de dólares (≈ R$ 7,755 trilhões) por meio de stablecoins, o maior patamar dos últimos cinco anos. O estudo ressalta que esse número não indica um crescimento geral da criminalidade cripto, mas reflete que, em determinados cenários ilícitos, as stablecoins são preferidas por sua praticidade operacional.

“Em algumas cadeias criminosas, a participação das stablecoins aumentou significativamente, principalmente porque elas oferecem vantagens de eficiência nesses elos.” — TRM Labs

Evasão de sanções e transferências de grande porte

Os dados apontam que 86 % dos fluxos de criptomoedas ilegais em 2025 estavam ligados à evasão de sanções. Dentre os 1410 bilhões de dólares movimentados em stablecoins, aproximadamente 720 bilhões de dólares (≈ R$ 3,96 trilhões) estavam associados a um token lastreado no rublo russo, o A7A5, cuja atividade se concentra quase que totalmente em ecossistemas ligados a sanções.

A TRM Labs ainda destaca que plataformas russas semelhantes à rede A7, têm intersecções com redes apoiadas por governos da China, Irã, Coreia do Norte e Venezuela. Isso evidencia que as stablecoins já se tornaram infraestrutura crucial para sujeitos sancionados contornarem a regulação financeira tradicional e transferirem valor.

Atividade de stablecoins ilegais quebra recorde de cinco anos
A evasão de sanções é o principal motivador do uso de stablecoins ilegais — fonte: TRM Labs
Partindo do último relatório da TRM Labs, analisamos as novas tendências de stablecoins na evasão de sanções transfronteiriças e em transferências de grande volume, revelando a lógica de uso e a evolução de riscos nas cadeias ilícitas. Este texto ajuda o leitor a entender os focos regulatórios e a identificar desafios de compliance, sendo leitura essencial.

Mercados garantidos exclusivamente por stablecoins

Ao contrário de crimes como fraudes, ransomware e ataques de hackers, que costumam usar Bitcoin ou só recorrem a stablecoins nas fases finais da lavagem de dinheiro, mercados de bens e serviços ilegais e tráfico de pessoas utilizam quase que exclusivamente stablecoins como forma de pagamento. Esses mercados priorizam a certeza e a liquidez do pagamento, e não o potencial de valorização do ativo.

Prevê‑se que, até o final de 2025, plataformas de negociação que utilizam stablecoins como garantia – como a Huione – atinjam um volume de transações superior a 170 bilhões de dólares (≈ R$ 935 bilhões), dos quais cerca de 99 % são denominados em stablecoins. A TRM Labs explica que o objetivo central dessas plataformas é prover infraestrutura para lavagem de dinheiro, e não atuar como um canal de investimento tradicional.

Observações de outras instituições

  • Chainalysis, em relatório divulgado em fevereiro deste ano, apontou que os fundos em criptomoedas destinados a supostas redes de tráfico de pessoas cresceram 85 % em relação ao ano anterior, e quase todo esse volume foi realizado via stablecoins.
  • No mesmo período, a TRM Labs registrou que o volume total anual de transações com stablecoins ultrapassou 1 trilhão de dólares (várias vezes), resultando em uma média anual de cerca de 12 trilhões de dólares (≈ R$ 66 trilhões), dos quais aproximadamente 1 % foi destinado a fins ilícitos.

Comparando esses números com estimativas das Nações Unidas, que calculam que entre 2 % e 5 % do PIB mundial – ou seja, entre 800 bilhões e 2 trilhões de dólares – são fundos ilícitos usados em lavagem de dinheiro, os dados da TRM oferecem uma visão granular da camada blockchain dentro desse intervalo.

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Nota de adaptação local: No Brasil, pagamentos envolvendo criptoativos podem ser realizados via PIX (instantâneo 24 h), TED ou transferência bancária em reais (BRL). Para operar em plataformas que exigem identificação, o KYC costuma solicitar CPF + RG ou CNH. Caso haja ganhos em criptoativos superiores a R$ 35.000 por mês, é obrigatório declarar à Receita Federal, com tributação entre 15 % e 22,5 %.

Acima, a análise completa da TRM Labs sobre o recorde de 1410 bilhões de dólares (≈ R$ 7,755 trilhões) em atividades ilegais com stablecoins em 2025. Para mais informações, acompanhe as próximas reportagens da Bitaigen (Bitagên).

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A equipe editorial do Bitaigen cobre notícias blockchain, análise de mercado e tutoriais de exchanges.

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